
Na minha instrução primária havia um Caderno Alfabetado que servia para anotarmos “Palavras Difíceis”. Se ainda o tivesse entre MÃOS iria, certamente, escrever a PRECIOSIDADE deste vocábulo: “INFINITUDE”; pois procurei no meu velho dicionário de Francisco Torrinha e não encontrei, assim como, na 8ª edição revista e actualizada do Dicionário de Português da Porto Editora.
Como não pretendo sujeitar-me à COMISERAÇÃO dos meus companheiros deste jogo, vou fazer o meu melhor e tentar URDIR qualquer coisa que me agrade ao escrever e satisfaça minimamente qualquer amável leitor destas aventuras.
Assim, retirar-me-ei para o meu EREMITERIO habitual, acompanhada, apenas, por lápis e papel, um copo de água e um simples naco de PÃO com que alimentarei os neurónios e mergulharei, então, no SILÊNCIO necessário para levar a bom termo este desafio.

Mesmo sem o MISTICISMO habitual a que me entrego, quando é necessário redigir obras importantes, penso não ser alvo das ALEIVOSIAS de alguns comentadores e, certamente, atingirei o objectivo pretendido, antes de ver os SINCELOS nas casas da minha rua que, normalmente, se formam nesta altura do ano.
Apenas e só a música servirá de UNGUENTO para o desânimo que a alma vai sentir quando acabar o texto e, relendo-o, me invadir a vontade de o inutilizar.
Esta foi a minha colaboração para o 8ºjogo das 12 palavras. Poderão ler mais aqui.







