quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

CORTAR E COLAR



A “découpage”é uma arte muito antiga pois temos conhecimento de que já era usada pelos camponeses chineses na decoração de janelas, lanternas, caixas, etc..

A rainha Maria Antonieta, e Mme. Pompadour foram as grandes impulsionadoras dos trabalhos de “découpage” na Europa e também grandes nomes da pintura, como Boucher, Watteau, Fragonard e mais recentemente Matisse e Picasso também se renderam ao encanto de recortar e colar.

Na Inglaterra, foi a rainha Victoria que desenvolveu na sua corte este método de, com uma simples tesoura e cola, fazer lindos trabalhos. Podemos encontrar no Museu Britânico espectaculares obras desta arte executadas por Mrs. Mary Delaney, grande amiga do rei George III.

“Découpage” é um termo do nosso século, vindo de França, derivado de “découper” que significa recortar. No entanto, não podemos considerar a “découpage” como um simples acto de recortar e colar pois, para se chegar ao trabalho final, há que estudar a composição do tema, executar um recorte perfeito dos motivos, uma colagem sem bolhas e várias camadas de verniz.

Neste meu trabalho podem ver-se algumas imagens de Sagres aplicadas sobre tela.

4 comentários:

Lídia disse...

Agradeço as suas palavras tão simpáticas. Adorei conhecer o seu cantinho e voltarei sempre! Confesso que ainda não explorei devidamente este seu espaço, mas já pude ver que é uma pessoa de grandes talentos.
Um grande abraço

O Árabe disse...

Parabéns, amiga! És, realmente, uma artista!

risonha disse...

eu adoro trabalhos em découpage. aliás, eu adoro todo o tipo de trabalhos manuais... infelizmente não tenho jeito nenhum para essas coisas. e a benó e a sua irmã são umas verdadeiras artistas...

p.s: não senti sismo nenhum, quando estou a dormir não dou por nada... eh eh eh
mas o meu marido e a minha mãe deram por isso. e os nossos cães também fizeram muito barulho (contam eles, que eu não ouvi...)

Vieira Calado disse...

Veja!
Também aqui se aprende alguma coisa.
É destes blogs que eu gosto. Quanto ao tremor de terra, não o senti.
Mas eu (a avaliar por um poema que está algures mais abaixo, no meu blog), até gosto de tremores de terra - em sentido figurado, claro!
Bem haja